TAÇA PORTUGAL FEMININA 2009 ÉVORA
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UM INTERVALO PARA O CAFÉ !!!!!
IMAGEM FUTURISTA AH AH AH
TAÇA PORTUGAL FEMININA 2009 ÉVORA
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PORTIMÃO 2009
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PORTIMÃO 2009
ARBITRAGEM SINAIS
XLII CAMPEONATO NACIONAL II DIVISÃO FEMININA 2009
JOSÉ COSTA

JOGADORES

XI CAMPEONATO NACIONAL LIGA FEMININA 2009 PLAY OFF
XXIII CAMPEONATO NACIONAL SUB-19 FEMININOS COIMBRA 2009
FASE FINAL XXI CAMPO NACIONAL SUB 16 FEMININO 2009
XII TAÇA NACIONAL SUB 20 MASCULINOS 2009
VAGOS OLIVAIS PLAY OFF 2009

CONVOCATÓRIA PARA A GRÉCIA (EUC 2009)
CONVOCATÓRIA PARA A GRÉCIA (EUC 2009)
BASKET CLUBE ALMADA
CAB MADEIRA PALY OFF 2009
CLUBE OS GALITOS

Basquetebol : baluarte do clube há 75 anos
Seguindo o ecletismo do Clube, despontou na já longínqua década dos anos 30 a Secção de Basquetebol para nunca mais parar. Ontem como hoje, é um dos expoentes máximos desta instituição centenária, orgulho dos seus devotados pioneiros e seguidores.
Fazendo do amadorismo a sua bandeira, no escrupuloso cumprimento dos estatutos do Clube, muitos milhares de atletas vestiram já as suas camisolas, por esse país adiante, granjeando êxitos, fama e prestígio, ajudando, de forma inequívoca, a escrever, a letras de ouro, um quinhão do brilhante historial do Galitos de Aveiro, como é conhecido.
Na evocação dos tempos, na pessoa do legendário José Nogueira, envolvemos todos quantos, ao longo de sete décadas defenderam dentro e fora do campo, acerrimamente, os pergaminhos do Clube e foram os verdadeiros responsáveis pela continuação de uma obra sempre inacabada, por ambiciosa.
Não destacando nomes, sob pena de corrermos o risco de gerar profundas e indesejáveis injustiças, importa salientar, acima de tudo, o contributo que todos os "galináceos" deram - e continuam a dar - ao Basquetebol. Outrora em pisos térreos, desabrigados, desconfortáveis e impróprios para a prática e desenvolvimento da modalidade, como os velhinhos campos periféricos ao Hospital, passando pelo não menos legendário recinto cimentado do Parque Infante D. Pedro, pelo pavilhão do Indesp, para ter continuidade, finalmente, num pavilhão que, mesmo com alguns pequenos iatos de índole concepcional, é hoje motivo do nosso orgulho. Em casa própria, erguida com o apoio financeiro e imprescindível do Estado e da Autarquia aveirense, trabalha-se, dia a dia, desde o Outono de 1997, com condições outrora inexistentes. Uma infraestrutura que, ampliada, viria a ser cenário de uma das fases do "Mundial" de juniores masculinos, envolvendo as selecções de Portugal, Argentina, Qatar e Croácia. Em pleno Verão de 1999. Um evento desportivo de extraordinária projecção e qualidade e ao qual o nome do nosso Clube ficará para sempre associado, como anfitrião.
No horizonte da nossa memória colectiva importa expressar, ainda, a nossa profunda saudade por todos quantos já deixaram o nosso convívio. A lei inexorável da vida. Mas com a certeza de que a obra tem a continuidade assegurada. Aos mais novos, à centena e meia de atletas que vestem as cores vermelha e branca do Clube caberá a tarefa, a responsabilidade e o mérito de prosseguir uma obra que os seus antecessores iniciaram, defenderam e levaram por diante, sempre de forma generosa, bairrista e com extrema carolice. Os mesmos valores que, ontem como hoje, se mantêm de pé e irão perdurar, por ser essa a forma mais correcta, a nosso ver, e digam o que disserem, de estar e servir o desporto.
Longe vão os anos em que, a par com outras instituições prestigiadas, ajudámos, também, a criar a Associação de Basquetebol de Aveiro. Foi mais um contributo valioso em pról da defesa, projecção e tutela de uma modalidade em grande evidência e expansão em todo o mundo.
Para os compêndios, uma referência final para os muitos e imorredoiros êxitos deste Clube, alcançados com esforço e brilhantismo. Em vários escalões étarios e competitivos e com especial ênfase para a longínqua época de 1968/69 com vitórias em todas as provas distritais organizadas pela Associação de Basquetebol de Aveiro Destaque para o escalão de seniores, pela maior e intrínseca visibilidade que proporcionam. Peniche - terra de pescadores e de clausura também, em tempos de vergonha e de má memória para todos nós - irá perdurar como um dos eventos desportivos que mais glória nos trouxe: a conquista (de novo), do título de Campeão Nacional da 2ª Divisão em Seniores Masculinos. Estava-se, então, em pleno Verão de 2001 e os sinais de júbilo, já noite dentro e em plena cidade de "cagaréus" e ceboleiros" são mais um marco do nosso historial e a mola impulsionadora para tantos e tantos outros que porventura os tempos proporcionarão a este centenário Clube nascido, num frio dia de Inverno, no bairro da Beira Mar.
Aos seus percursores e entusiastas, o nosso Canta Canta, Galo!
CLARISSA SANTOS NO VAGOS

| Séniores terminam época de forma dramática |
| 14-Mai-2009 |
Acabou no passado sábado o trajecto da nossa equipa de seniores masculinos no VI Campeonato da Proliga. Depois de um campeonato em que sempre nos mantivemos nos 5 primeiros lugares da classificação, acabámos por ser eliminados logo na primeira ronda dos Playoff, frente à equipa de Sintra, o Queluz, fruto das duas derrotas averbadas nos dois jogos disputados – o primeiro em Sintra, e o segundo no nosso Pavilhão.O segundo jogo foi marcado pelo equilíbrio, e nenhuma equipa conseguiu uma vantagem confortável pelo que se adivinhava um final emotivo. Com diversas alternâncias no comando do resultado, o jogo caminhava para o seu final sem que nenhuma equipa mostrasse ser claramente superior ao seu opositor. No entanto, e à entrada para o minuto final, a nossa equipa dispunha de uma vantagem de 7 pontos. Se muitos pensavam que o jogo poderia estar resolvido, os elementos do Queluz pensaram de maneira diferente, e com um parcial de 0-10 no último minuto, culminado com um triplo de Jorge Afonso coincidente com a buzina de final do jogo a equipa de Sintra acabou por vencer de forma dramática, avançando assim para as Meias-Finais da competição.A toda a equipa do Esgueira OLI, resta felicitar pelo trabalho desenvolvido ao longo da época, bem como pela dedicação e empenho de todos. |
ESQUEMA DE JOGADA
"TRIPLE"

Diagrama 1 | 1 pasa a 2 y va a recibir mano a mano (si no es claro el pase, 1 bota hacia 2 directamente) 3 corta desde el lado debil
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Diagrama 2 | |

Diagrama 3 | |

Diagrama 4 | |

Diagrama 5 | |

Diagrama 6 | |
ESQUEMA DE JOGADA
TIROS LIBRES
 Diagrama 1 | 4 y 5 bloquean a 4 y 5 1 bloquea al tirador, y una vez fijado con el balon en nuestro poder, bien de rebote, bien de saque de fondo, se abre a recibir 2 y 3 corren por las bandas
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 Diagrama 2 | |
ESQUEMA DE JOGADA
SAQUE DE BANDA "LO INTENTAMOS"
OBSERVACIONES |  Diagrama 1 | Saca 1 En la disposicion inicial estan 4 y 5 alineados con 1, y abajo en los postes bajos estaran 2 y 3, es decir la misma disposicion que en la transicion 2 va a bloquear a 3, que intenta recibir bajo canasta o en el poste medio
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 Diagrama 2 | Inmediatamente, 4 y 5 van a bloquear a la vez (o escalonado) a 2 que acaba de bloquear a 3 y sube a recibir, obteniendo generalmente una buena posicion de tiro, y si su defensa llega algo tarde podra hacer una penetracion
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 Diagrama 3 | A partir de aqui se sigue, como siempre, el sistema DOS 2 pasa a 1, 5 bloquea a 4 y sube al poste alto
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 Diagrama 4 | |
ESQUEMA DE JOGADA
"FINAL"

| Movimiento para buscar un tiro rapido, o para usar en un final de periodo 1 retiene el balón en el lado contrario de su mano dominante, para poder usar esta 1 inicia una penetracion por medio de la linea de tiros libres. La primera opcion seria un tiro suyo si gana la posición a su defensa Si el defensor de 2 ayuda, pasaria a 2, que obtendria una buena posicion de tiro o de pase para pasar interior a 4 Si la ayuda viene del defensor de 4, a este iria el pase Si los defensores de 2 y 5 se vuelcan en la ayuda, el pase irIa hacia ellos
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ESQUEMA DE JOGADA
PICK & ROLL INICIAL.
Jugando un P&R inicial normalmente lo que se busca es provocar un desajuste defensivo, una situación de ataque marcada ineludiblemente por un mismatch, para el que cada día los jugadores está más preparados, ya sea para jugar un 1x1 entre el jugador con balón (normalmente un pequeño) y el poste contrario cuando la defensa reacciona con un salto y cambio, o para jugar en posiciones interiores en esa misma reacción entre el poste y el exterior (más pequeño). En este P&R inicial tenemos varias opciones.
La primera es que la continuación del bloqueador sea hacia el aro, entonces podremos jugar el 1x1 (pequeño vs grande) en zona exterior. Si en la penetración ayuda el alero del lado fuerte castigamos con pase a la esquina y tiro de exterior.

Pero también podemos jugar un posteo entre nuestro hombre grande y el pequeño suyo con un High - Low y normalmente ventaja de centímetros y kilos a nuestro favor. Si vuelve a producirse ayuda del poste jugamos con nuestro otro poste en función del movimiento del receptor, por línea de fondo (Jordi Trías), o al centro de la zona y tiro de 3 - 4 metros (Felipe Reyes).
Otra posibilidad es que la continucación del bloqueador sea hacia el exterior, entonces podemos seguir jugando el 1x1 del pequeño contra el grande (más rápido) sabiendo que si lo superamos sólo nos quedará para el aro una posible ayuda del otro poste que se castiga con una asistencia a nuestro 4; o pasar al bloqueador exterior que si tiene buena mano será difícilmente defendido por el pequeño al que le costará mucho intimidar o puntear el tiro del poste (Marconato).

Incluso en esta última opción si tenemos un 4 con ventaja en poste bajo tratar de que gane el centro por ejemplo después de bloquear a 2 para que éste haga un rizo y distraer la atención de la defensa, y jugar nuevamente un High - Low en un pase relativamente fácil por la altura a la que el poste lo puede dar.

Productividad de un P&R inicial alta, lo que ocurre es que la defensa en esas situaciones iniciales no suele defenderlo con salto y cambio, ni siquiera con un flash largo que permita si somos rápidos jugar todo esto. En este momento de la posesión la defensa es menos agresiva, lo que nos da otra opción: el tiro del jugador con balón que por un instante se queda sólo. ¿Cuantos triples consigue Lakovic al principio de las posesiones con este juego? ¿y Williams? (aunque a Ivanovic no le gustaba...).
ESQUEMA DE JOGADA
PICK & ROLL SISTEMÁTICO.
Ya he comentado que con él me refiero a aquel movimiento que se juega dentro de un sistema. Hay muchas posibilidades de jugar un P&R dentro de un sistema tantas como se os ocurran, yo voy a mostrar algunas de las que más me gustan:
P&R y Triángulo Ofensivo.
Jugando un P&R central o lateral podemos enlazarlo con un pase al alero abierto en la esquina o en el centro en caso de que sea un bloqueo lateral y pase al poste que corta que utiliza el cuerpo para hacerse con el pequeño si hay mismatch o con el grande si no lo hay un autobloqueo mientras gana el centro de la zona.

P&R y Triple Post.Continuación exterior del poste, el jugador con balón le pasa y se abre a posición de alero, ahora el poste busca a un exterior, normalmente al pequeño, o al base. A partir de ahí ya tenemos colocados a los jugadores para jugar un triple post.

P&R y Corte Ucla.El corte Ucla es muy utilizado sobre todo en categorías de formación, pero con este movimiento previo también puede usarse en el baloncesto más avanzado. Partimos de un bloqueo lateral de Nº5 a Nº1 (imaginemos a Pepe Sánchez al que le gusta postear con su par), en la continuación Nº5 se abre, Nº1 busca a Nº2 y juega con él, (puede hacer un mano a mano e intercambiar las posiciones). Nº 4 va a hacer un bloqueo indirecto a Nº1 que corta (Ucla sobre el balón) simultáneamente Nº5 corta hacia el aro después de fintar que va a bloquear y recibe pase de Nº1.

P&R y Carretón.Nº2 pasa a Nº1 corta hasta debajo del aro. Nº5 bloquea a Nº1. Mientras Nº3 y Nº4 hacen sendos bloqueos para que Nº2 salga como en el típico carretón a recibir y lanzar. Si Nº2 elige el lado fuerte para salir Nº5 hace rebloqueo con Nº1. Si nos damos cuenta podemos hacerlo con bloqueos consecutivos para que nuevamente Nº2 salga a tirar al lado contrario de donde empezó, sólo hay que cambiar la orientación del bloqueo de Nº4, y la velocidad con la que saldrá del bloqueo el jugador con balón.
P&R contra zona 2-3.El bloqueo evidentemente es muy utilizado en la zona. Nº5 bloquea lateral, Nº1 a la salida del bloqueo fija la posición del defensor 2 y pasa a Nº3. Ante esa situación lógicamente el defensor de la esquina tendrá que salir al tiro. Con un pase más tenemos un tiro franco porque el defensor del centro de la zona no puede salir ya que Nº5 en la continuación ha ido a ganar el poste bajo de ese lado fuerte. Si aún así sale y cambian de hombre con el defensor de la esquina contraria, Nº4 gana el centro para recibir por arriba donde tiene ventaja contra la posible recuperación del defensor 1 ó 2.


ESQUEMA DE JOGADA
PICK & ROLL FINAL.
Éstas son situaciones que podemos llamar "límite", bien porque sea al final de posesión en las que quizás los que más prisa tengan sean los atacantes y por ello deben proponer más y también arriesgar; o situaciones de final de cuarto, en los que es el ataque el que lleva la ventaja, que empezará a jugar cuando estime conveniente y la defensa normalmente con bonus ya, debe esperar a leer la propuesta de ataque.
Últimamente cuando he visto P&R en estas situaciones límite, se observa que cada vez más el juego se simplifica y los que participan principalmente son los dos jugadores que intervienen en el P&R y en muchas ocasiones es el pequeño el que toma a responsabilidad, en un tiro rápido, con mismatch ante el grande, o un rápido pase al bloqueador para tirar.

Con jugadores habilidosos en el bote que pasan en medio de los dos postes haciendo un cambio de dirección rápido y con uno o dos botes superan al poste defensor mucho más lento a la hora de desplazarse lateralmente.

También he visto y me parece una muy buena variante la de que el poste a falta de 4 ó 5 segundos suba a bloquear muy muy arriba pero en el camino cambie de dirección (entre el tiro libre y la línea de 6,25) y corte rápido al aro, con un pase alto del jugador con balón puede resolver este ataque con relativa facilidad.

Más o menos estas son las opciones que más me llenan de las que observo y he trabajado con mis equipos. El P&R es muy rico y precisamente lo es porque cada vez más gente se preocupa por ampliar sus opciones de ataque. El P&R tiene toda la esencia del baloncesto; riqueza de fundamentos técnicos, lectura precisa de la situación, coordinación perfecta de las acciones de los jugadores y sobre todo mucha imaginación para plantear cosas cada día más complicadas de defender. A ver quién puede decir que defiende perfectamente todos los P&R con los que su equipo se encuentra...
ESQUEMA DE JOGADA
Así, zipper es como se denomina un movimiento muy típico y que a mi personalmente me gusta mucho, es fácil de hacer, de enseñar y sobre todo difícil de defender. A mí me gustan mucho los movimientos en los que hay continuos cambios defensivos o la posibilidad de que los haya, si el equipo contrario no los establece, al menos suponemos que tendremos ventaja al salir de los bloqueos.
La situación de partida inicial es en box, con lo aleros abajo y los postes arriba, con lo que se puede enmascarar perfectamente con un sistema que juguemos a partir de Doble Arriba. La idea de enmascararlo siempre me ha parecido muy buena porque al teer dos posibilidades de ataque reducimos la fiabilidad defensiva que no se puede adelantar a pesar de haber hecho un buen scouting. Como vemos en este posicionamiento inicial, el base va basculando hacia un lado y mientras el alero hace un bloqueo al poste que está en su vertical (lado fuerte), en la continuación sale a recibir.
Como vemos, ya tenemos dos opciones claras, el pase al poste (si hay un missmatch hay un 1x1 claro), o la salida para el tiro exterior de nº3. En caso de pasar a nº3 se realiza un bloqueo similar al anterior entre nº2y nº4 en el lado débil.
Bien pues ya tenemos el movimiento cremallera hecho. Ahora hay que continuarlo en caso de no poder sacar ventaja, esto lo haremos mirando a nuestro equipo y nuestra filosofía.
Si tengo un alero nº3 tirador podría hacer lo siguiente: Bloqueo de nº4 a nº2 que rompe por la zona, pase a nº1 que previamente se ha hundido y éste un pase más a nº3 que tira exterior.

Si lo que tengo es postes grandes y dominadores podría montar un triple post ayudado por nº3. Nº4 bloquea a nº5 y recibe bloqueo de nº3 así sale a la bombilla donde puede tirar o buscar una penetración.

ESQUEMA DE JOGADA
Uno de los principales problemas con el que nos hemos encontrado siempre en nuestros equipos de categorías de formación es la falta de actividad. Algunos entrenadores optaron por introducir unas reglas fijas marcadas en sistemas de juego rígidos que repiten a lo largo de todo el partido. No se trata de dar o quitar razón a esta opción, pero creo que para formar jugadores creativos, inteligentes que sean capaces de leer el juego, necesitamos darles libertad. Ahora bien, esta libertad no ha de estar reñida con el orden, es decir, no debe convertirse en un juego anárquico del tipo “el que la coge la tira”. Esta libertad ha de desembocar necesariamente en que los jugadores fabriquen sus propios movimientos a partir de la experiencia diaria, los jugadores experimentan y desarrollan posibilidades. Pero ahora viene lo difícil, ¿Cómo conseguirlo? Nosotros pensamos para nuestra receta en un poco de normas básicas y un mucho de experiencias.
En primer lugar dividimos el campo de ataque de esta manera:

De este modo en una disposición normal como la que solemos utilizar, tenemos 1 jugador en zona 3, 2 en la zona 2 y 2 en la zona 1.
A partir de esta simple referencia estas son las normas que vamos a aplicar:
Pase hacia abajo - corte sobre el balón.
Pase hacia arriba - bloqueo indirecto.
Cuando un jugador abandona su posición hay que reemplazarlo.
El jugador de la zona 3 sólo puede pasar hacia abajo, es decir hacia la zona 2, ó 1. Siempre cortará hacia el balón y tratará de utilizar al resto de jugadores por si puedieran producirse cambios en bloqueos que ocasionen mismatches. Después reemplazará a la zona 2 ó 3 del lado débil.

El jugador de la zona 1 al margen del pase al otro jugador de zona 1, (en este caso juega en función del movimiento de éste. Juego entre postes), sólo tiene una posibilidad, que es la de pasar hacia arriba. Bien a zona 2 ó a zona 1, con lo que obligatoriamente hará tras su pase un bloqueo indirecto.

El jugador de zona 2 puede pasar hacia abajo y cortar sobre el balón llegando a zona 2 del lado contrario (acción igual que jugador de zona 3),

o puede pasar hacia arriba y aquí es donde se abren muchas posibilidades porque bloqueos entre "aleros" y "pívots" suelen crear muchos problemas incluso cuando la defensa decide atajarlos cambiando de hombre.

Evidentemente el movimiento se puede y se debe romper y el jugador que recibe no debe esperar a ver qué pasa solamente, si no estaríamos cayendo en una contradicción (¡quiero que mi equipo se mueva, pero espera a que el jugador te bloquee y luego espera a que corte y luego...!), solamente pedimos que lean si de verdad tienen ventaja, si no la tienen seguid jugando. Damos libertad para que el jugador que tiene el balón pueda romper el movimiento, pero una vez que pase el balón debe saber que NO PUEDE PARARSE, que debe continuar jugando para que los demás puedan tener sus opciones de juego.
Este sistema no es infalible y puede que para algunos no represente ninguna dificultad para defenderlo, pero en mis equipos, en los que lo he aplicado, he conseguido quizás algo más que puntos contra tal o cual rival, he conseguido que mis jugadores no estén sujetos a un movimiento determinado por mí en un sistema que el base marca cuando no sabe qué hacer, he conseguido que ellos sepan qué hacer en cada momento y que se conozcan como jugadores y como equipo para poder incidir y leer las ventajas de los emparejamientos.
ESQUEDA DE JOGADA
El Split se me antoja como una parte integral del corte Shuffle, que puede y debe ser jugado de forma alternativa al Shuffle básico que ya expliqué en otra entrada. Esta puede ser la disposición inicial:

Al pasar a nº5 en poste alto podemos hacer lo siguiente: bloqueo de nº1 a nº4 y continuación hacia la esquina. nº4 sube a 6,25; simultáneamente nº2 y nº3 intercambian sus posiciones. Yo no creo que sea conveniente que directamente se abran por que entonces sus defensores leen la sobrecarga y la idea de jugar en el otro lado y pueden estar más libres para ayudar, por eso prefiero que intercambien sus posiciones hasta que al menos nº4 haya recibido.

Por el lado fuerte y ahí está en realidad el juego, tenemos a 4 con balón en 6,25, 1 abierto a la esquina y 5 de interior, o lo que es lo mismo un Triángulo Ofensivo. Podemos jugar High-Low con 4 y 5 ó triangulación con pase a 1 y éste a 5. Si se produce esta acción se me ocurre que 4 puede cortar rápido al aro y recibir pase; 5 juega un aclarado; o 4 bloquea a 1 para hacer un rizo y recibir con ventaja de 5.

Ya saben, siempre múltiples variantes y deben contemplarlas todas, no olviden que aunque no las quieran para su juego de ataque, puede que sí que las tengan que defender.
ESQUEMA DE JOGADA
El corte Shuffle es un movimiento que parte de una sobrecarga de jugadores en una zona del campo para llevar el balón a la otra y permitir un aclarado bien para 1x1 (1ª opción), o bien para pasar al interior o a exterior. Es de tal riqueza que las posiciones más o menos fijas pueden variar el juego con la colocación de un jugador u otro en cada una de ellas.
El esquema básico es el siguiente:

La idea es que juegue nº3 un 1x1 con ventaja pero además el corte de nº1 a poste bajo o incluso a la esquina para dejar espacio a nº4 a jugar de espaldas en ese poste bajo. Podemos hacerlo continuo con un 5 tirador que nos abrirá muchos espacios y posibilidades de juego siendo ahora nº3 el objetivo principal para jugar el 1x1 en poste bajo.


Es decir lo que posibilita jugar un Shuffle continuo es múltiples opciones de jugar 1x1 y sobre todo la de llevar al jugador con más ventaja a la posición idónea. Y eso sin olvidar que siempre - siempre podemos "romperlo" con una penetración o un tiro. Por supuesto hay que estar atentos a los posibles mismatches que pueda proponer la defensa contaria para saber reaccionar.

ESQUEMA DE JOGADA
En el segundo capítulo de la conferencia sobre Defensa que Simone Pianigiani expuso en el Clinic Internacional Ciudad de Murcia, veremos las adaptaciones que introduce en la defensa de bloqueos indirectos, el pick&roll central y algunas situaciones especiales, junto a varios ejercicios para entrenar el primer paso defensivo.
Comenzamos con la salida del bloqueo indirecto para un tirador por línea de fondo. El defensor sigue al tirador y no intenta pasar el bloqueo por encima. Si esto sucediera habría un tiro por línea de fondo muy fácil. Su idea es colocar el hombro opuesto al atacante para no quedarse en el bloqueo y llegar al tiro. Al mismo tiempo, el defensor del pívot o bloqueador hace un flash de ayuda, utilizando el paso defensivo, y no permite que el tirador rodee el bloqueo. Si éste recibe por encima de la línea de tiros libres, el defensor del base puede ayudar dando un paso hacia la posible línea de penetración. (Gráfico nº 5).
Otra situación es el bloqueo entre pívots, y esto lo entrena, otra vez, con el paso defensivo para pasar el bloqueo por delante, obligando así al atacante a que pase por encima del bloqueo, y con el objetivo fundamental de que no reciba en el poste bajo. (Gráfico nº 6).
Si esto sucede finalmente, que reciba el pívot en poste bajo, todo el equipo se involucra en la defensa, ya que este lugar es un peligro para nuestra defensa. Para ello se trabajan tres conceptos. En primer lugar, y como una de las reglas de la defensa, la presión al balón para dificultar el pase. Y con el balón en poste bajo, flash y recuperación del defensor de lado fuerte y ayuda desde el lado débil.
Por último, nos explicó cómo organiza su defensa del bloqueo central y continuación, situación muy utilizada en estos últimos años.
Como regla general no hace cambios defensivos, a no ser que este bloqueo sea en los últimos segundos de la posesión, entonces sí cambia entre alto y bajo para dificultar la acción. Pero intenta no cambiar en estas defensas por lo que el defensor del bloqueador salta hacia la línea de bote del atacante con balón, y el defensor de éste pasa el bloqueo por delante, usando, cómo no, el paso defensivo y si deja de botar pueden hacer un 2x1. Si no deja de botar, el base pasa por detrás del defensor del pívot y cuando pasa, el pívot recupera a su hombre (importante entrenar el tiempo para no chocar). El resto de jugadores deben tener un pie dentro de la zona, aunque con la vista puesta en el posible tiro de tres. (Gráfico nº 7).
Situaciones especiales.
Para resolver situaciones concretas contra equipos que les plantearon dificultades, explicó cómo defendieron la inversión del balón del Partizan de Belgrado, negando la línea de pase hacia el lado opuesto y, apoyándose en las ayudas, el pívot defendía colocándose en perpendicular al atacante. Esto provocó numerosas pérdidas de balón, pasos del pívot y alguna falta en ataque. (Gráfico nº 8).

También para evitar el bloqueo indirecto contra el Ferenbahce, el alero defendía anticipándose y saliendo por encima del bloqueo. Esta defensa al contrario la hizo del mismo modo en el poste bajo, negando la línea de pase por el lado opuesto.
Aquí es importante la ayuda desde el lado débil. (Gráficos nº 9 y 10).
Estas situaciones que no son las “normales” en baloncesto, las hacían con el objetivo de sacar a los rivales de sus sistemas habituales, debido a que los equipos son muy rígidos en sus ataques.